
A educação especial e inclusiva está vivendo uma encruzilhada no Brasil. Há quem tente descredibilizar, há quem lute para avançar e há quem faça. E, entre aqueles que fazem, Professora Veruska de Paula, oficialmente confirmada como palestrante do Congresso Internacional Autismo Sem Fronteiras 2026, é aquela que tem atravessado o país, e até fronteiras, transformando a prática de professores, gestores e redes inteiras de ensino. A contribuição e legado dela no Autismo Sem Fronteiras em 2026, promete ser mais do uma simples sobre formação, mas um ato político de resistência em defesa da ciência e dos direitos de educação que são universais, a partir de um ambiente afetivo onde possamos selar um compromisso com o futuro das crianças e adolescentes que dependem de políticas e práticas consistentes, e não de discursos vazios. Veruska chega, assim, para lembrar que inclusão não se discute só no tribunal, nos gabinetes ou nas redes sociais. Inclusão se faz com conhecimento, com técnica e com gente preparada que gosta de educação do giz e do bit (tecnologia assistiva).
Com quase 30 anos de pesquisa e prática em sala de aula, mais de 100 palestras pelo Brasil e no mundo, lastreada por formação de especialista em Educação Especial Inclusiva, Veruska é referência em metodologias baseadas em evidências para DI e TEA, gestão estratégica da inclusão, alfabetização de alunos com deficiência e construção prática de PDI/PEI. Seus cursos já transformaram a prática de mais de 5 mil professores no Brasil, e seu trabalho ecoa em redes municipais, estaduais e até fora do país, incluindo o primeiro Seminário de Inclusão realizado em Phuket, na Tailândia. Ela chega ao ASF 2026 para fortalecer um dos debates mais urgentes do nosso tempo: Como garantir uma escola verdadeiramente inclusiva em um país que ainda tenta decidir se quer ser inclusivo, a partir de uma psicologia da resiliência na inclusão de crianças autistas na sala de aula?
O Congresso Internacional Autismo Sem Fronteiras (ASF), que acontecerá nos dias 18 e 19 de abril de 2026, em Goiânia, tem consolidado em Goiás um espaço de ciência, informação, práticas e troca de experiências. O evento inspira novos padrões de inclusão e desenvolvimento, além de promover um diálogo aberto e enriquecedor sobre o autismo.
Em sua segunda edição, o congresso já integra o calendário nacional de eventos voltados ao tema no Brasil. Entre os assuntos que serão abordados em 2026, destacam-se a saúde mental não apenas das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), mas também daqueles que convivem, amam e cuidam diariamente. A proposta é fortalecer o equilíbrio emocional e a qualidade de vida, permitindo que os autistas superem desafios pessoais e sociais, assim como as barreiras arquitetônicas, urbanísticas, comunicacionais e atitudinais ainda presentes na sociedade.
















Deixe um comentário