segunda-feira , 20 abril 2026
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André Valadão e André Fernandes investigados na CPI

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) publicou nota em que afirma que o pastor André Valadão é um dos investigados pela suposta participação de igrejas no esquema de fraude do INSS.

A revelação veio após cobrança pública feita pelo pastor Silas Malafaia na última quarta-feira, 14 de janeiro. O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) reclamou da forma como Damares se referiu, na entrevista ao SBT News, à presença de lideranças evangélicas entre os investigados.

Em resposta, sem citar diretamente o pastor Malafaia, Damares Alves afirmou na nota publicada no X que “a eventual participação de igrejas ou líderes religiosos em esquemas de fraude no INSS causa profundo desconforto e tristeza, considerando o relevante papel social e espiritual dessas instituições”, elencando a seguir os nomes dos religiosos investigados.

O nome do pastor André Valadão, líder da Lagoinha Global, está nos requerimentos 2638/2025 e 2734/2025, assim como o antigo pastor da Lagoinha Alphaville, André Fernandes, presente no requerimento 2826/2025.

No caso de Valadão, os requerimentos pedem o comparecimento à CPI do INSS para prestar depoimento, assim como a quebra de sigilo bancário. Já no caso de André Fernandes, a citação pede seu comparecimento para depor à Comissão Parlamentar de Inquérito.

Outros nomes foram alvo de requerimentos da mesma natureza, como a Adoração Church, Assembleia de Deus Ministério Renovo, SeteChurch, César Belucci do Nascimento, Péricles Albino Gonçalves, Igreja Evangélica Campo de Anatote e Fabiano Campos Zettel.

Na nota, Damares Alves afirma que “Todos esses requerimentos foram apresentados por membros da CPMI com base em indícios concretos identificados em documentos oficiais, especialmente Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) e informações da Receita Federal do Brasil”.

“Esses documentos estão sendo analisados com rigor e responsabilidade, sempre respeitando o devido processo legal, a presunção de inocência e a transparência que se
espera de uma investigação parlamentar séria”, conclui a senadora.



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