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Frango: Competitividade cai frente às carnes suína e de boi

A carne de frango vem perdendo competitividade frente às principais substitutas neste início de 2025, conforme apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, enquanto os preços médios da proteína avícola registram alta no comparativo entre a primeira quinzena de janeiro deste ano e dezembro/24, os valores da carne suína caem com força e os da bovina se mostram praticamente estáveis. Pesquisadores do Cepea explicam que, apesar do típico enfraquecimento das vendas nesta segunda quinzena de janeiro, devido ao menor poder aquisitivo da população, o incremento da demanda nos primeiros 15 dias do ano garantiu o avanço da média mensal (parcial até 15 de janeiro) para a carne de frango.

OVOS: Preços encerram 1ª quinzena do ano estáveis

Os preços dos ovos encerraram a primeira quinzena de janeiro estáveis na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, após uma acentuada queda no início do mês, reflexo da oferta elevada e da demanda enfraquecida, os valores apresentaram recuperação nos últimos dias, resultando em estabilização dos preços. Conforme agentes consultados pelo Cepea, os descontos nas negociações têm diminuído gradualmente. Além disso, o escoamento dos estoques remanescentes do final do ano em grande parte das regiões ajudou a manter os valores firmes, principalmente para o produto branco. Operadores do mercado indicam que esse cenário de menor oferta possa continuar sustentando ou até mesmo impulsionando as cotações.

CITROS: Oferta da tahiti cresce neste início de 2025, mas deve recuar em fevereiro

A oferta da lima ácida tahiti tem aumentado no estado de São Paulo neste mês, mas deve cair já em fevereiro, conforme apontam pesquisas do Cepea. Isso porque agentes consultados pelo Centro de Pesquisas apostam numa safra curta e mais reduzida – vale lembrar que a temporada geralmente ocorre no primeiro trimestre do ano. De forma geral, segundo pesquisadores do Cepea, o clima desfavorável (baixa quantidade de chuvas e calor) em 2024 é apontado como o maior responsável pelo menor volume da tahiti em pleno pico de safra. Contudo, como os preços já não foram tão remuneradores aos produtores nos últimos anos durante o período da safra, a queda na produção pode também ser reflexo dos menores investimentos em tratos culturais ao longo de 2024. Como resultado, as cotações da fruta têm subido neste começo de 2025. Levantamentos do Cepea mostram que, de 13 a 16 de janeiro, a média da tahiti no mercado in natura foi de R$ 25,23/caixa de 27,2 kg, aumento de 6% frente ao da semana anterior e de expressivos 87% sobre o da segunda semana de janeiro de 2024. Para a fruta destinada à indústria, os avanços foram de 40% no comparativo semanal e de fortes 112% no anual, com média de R$ 28,00/cx de 40,8 kg em 2025.



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