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pastor Lamartine Posella comenta caso dos bebês reborn

O pastor Lamartine Posella, líder da YAH Church, comentou em um vídeo publicado no dia 20 de maio em seu perfil no Instagram sobre o crescente número de pessoas que adotam comportamentos maternos em relação a bonecos conhecidos como bebês reborn.

Segundo Posella, o fenômeno representa uma distorção emocional e espiritual que, em suas palavras, caracteriza um “tempo de engano”.

“Esses bebês, na verdade, são bonecos ultra-realistas que custam entre 500 reais e 11 mil reais. (…) E pessoas estão levando essa brincadeira a níveis completamente fora do normal”, afirmou Posella.

O pastor citou como exemplo casos de mulheres que compartilham nas redes sociais a rotina com os bonecos, tratando-os como filhos. Entre as atividades mostradas, estão a troca de fraldas, banhos quentes e massagens aplicadas em momentos de suposto “nervosismo” do brinquedo. Ele também mencionou um evento realizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, que reuniu mulheres identificadas como “mães de reborn”.

Para Posella, esse tipo de comportamento representa uma fuga da realidade. “É o mesmo tipo de desvio que pessoas têm quando se identificam com animais, com cachorro, com gato”, disse. E acrescentou: “As pessoas preferem o engano do que a verdade”.

Apesar de reconhecer que psicólogos e especialistas associam o uso de bonecos reborn a estratégias de enfrentamento do luto ou da infertilidade, o pastor expressou ceticismo quanto à eficácia da prática. “A verdade é que isso não vai acabar bem, porque não vai haver cura para qualquer que seja o problema psicológico com uma mentira”, declarou.

No vídeo, Posella sugeriu que a fé pode oferecer um caminho mais eficaz para a restauração emocional. “Existe um suporte muito mais poderoso, que é um relacionamento com Deus. Deus é capaz de restaurar o coração de uma mãe que perdeu um bebê ou de alguém que não conseguiu gerar filhos”, afirmou.

O pastor concluiu recomendando a adoção como alternativa concreta e transformadora para lidar com o vazio emocional. Segundo ele, esse gesto pode representar uma forma real de oferecer amor e encontrar sentido diante da dor.



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