Localizado no centro-norte da Bahia. Mesmo encarcerados, detentos conseguiam comercializar entorpecentes e exigir dinheiro de familiares de outros presos, com valores que iam de R$ 200 até R$ 10 mil.
De acordo com a Polícia Civil, três suspeitos de participação direta nas ações criminosas foram identificados. A operação, realizada na segunda-feira (30), cumpriu três mandados de prisão e três de busca e apreensão em imóveis no centro da cidade, além de ações dentro da própria unidade prisional.
Durante as diligências, um dos internos — já condenado por latrocínio — foi preso em flagrante após a polícia encontrar cocaína, maconha e haxixe em sua cela. As investigações continuam para localizar e responsabilizar outros envolvidos no esquema.
Batizada de Operação Lockdown, a ação foi conduzida pela Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), com apoio da Delegacia Territorial de Irecê e do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Chapada), ligado à 14ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior.
Ainda neste ano, em janeiro, um documento com regras internas do presídio já havia sido apreendido no local. O material, escrito à mão, trazia normas impostas entre os detentos, incluindo proibição de roubos dentro do pavilhão, horários de silêncio e até a definição de dias específicos para práticas íntimas.
















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